Caso Grok: crianças, adolescentes, IA e proteção de dados
No início de 2026, a ferramenta de IA Grok passou a ser utilizada para geração de imagens sintéticas sexualizadas de crianças, adolescentes e adultos sem consentimento na rede social X. Em resposta, o Ministério Público Federal (MPF), a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) emitiram recomendação conjunta reconhecendo os riscos da ferramenta e determinaram, em momento posterior, a implementação de medidas para impedir que a ferramenta continuasse a gerar conteúdos sexualizados. Como esse caso afeta o debate de proteção de dados, proteção de crianças e adolescentes e regulação d...
Para visualizar este conteúdo na íntegra, acesse o Clube Data.
Já sou do Clube Data
EntrarParticipe agora da principal comunidade brasileira de privacidade, proteção de dados e regulação de novas tecnologias.
